Há que tempos…
…que não escrevo aqui!
É bem verdade e peço desculpa aos que [ainda] me vão lendo. Não posso apenas desculpar-me na velha questão do “tempo”. A verdade é que não há assim nada de realmente importante a contar. As aulas vão-se desenrolando a um ritmo digamos… normal, assim como o que vai acontecendo. Já tivemos (mais) um exame – no caso de Sistemas de Informação.
Não sei muito bem que balanço fazer da disciplina. Por um lado foi interessante ter pela frente como professor (?) uma verdadeira “truta” do ramo, António Murta (Enabler). Foi importante ser apresentado a algumas noções que, apesar de simples ainda não dominava de forma alguma e pelo menos agora já conheço o jargão e alguns conceitos básicos. Todo o processo foi algo estranho, com o curso a seguir em zigue-zague e com poucos materiais de apoio. Notou-se sobretudo pouca preparação nesta vertente e pela primeira vez vi alguns colegas a classificar a disciplina e o professor de forma negativa no inquérito final. Não fui por aí, até porque as matérias eram-me mesmo “estranhas” e não posso dizer que não tenha aprendido. Mas acho que é justo dizer que, globalmente, as expectativas estavam bem mais acima do que acabou por acontecer.
O grupo está hoje mais maduro, o que é natural. As pessoas já se conhecem melhor, já se juntaram, já se afastaram, já sabem em quem confiar e as empatias vão-se gerindo. Globalmente parece-me que a euforia, medo, deslumbramento e outros sentimentos iniciais já estão ultrapassados. Nota-se também que há mais faltas e alguns conflitos, nomeadamente nos grupos de trabalho. Nada de anormal e, julgo eu, nada de grave. Começou também o “papão” chamado Finanças Empresariais. Se é certo que para mim em particular ainda não se falou de nada que já não conheça, reconheço que as matérias podem ser mais difíceis de assimilar para aqueles que não estão tão familiarizados (ou não estão mesmo nada familiarizados) com as temáticas. Vamos ver no que vai dar…
A experiência “MBA” continua a ser interessante. Penso que esta é uma das fases mais difíceis do curso porque é agora que a desmotivação poderá começar a acontecer, a paixão esmorece e é preciso trabalhar de forma mais consistente. Vai surgir mais tensão e até ao final do ano/inícios do próximo ano haverá uma série de trabalhos a entregar. Mas no geral o MBA continua a puxar por todos nós, sobretudo na gestão de todas as incidências e, claro está, no tempo e nas prioridades.
Últimas palavras para uma sessão que aconteceu hoje sobre “Gestão do Stress”, um evento enquadrado nos “Momentos EGP”. Não era obrigatório, mas anunciou-se que ia passar (e passou) uma folha de presenças para “obrigar” os alunos a comparecer. Eu não gostei. Nem do gesto nem da sessão. Nem do panfleto entregue no fim.
Enfim, bola ao lado, acontece.
Ah e vão ver o filme!